Se você procura uma agência de e-commerce para fazer a sua loja online vender mais, comece pelo escopo: eu cuido da mídia e do crescimento de vendas de uma loja que já existe. Sou o Marcelo Marcondes, CEO e fundador da Vince Marketing. Quem atende e responde pelo seu projeto sou eu, com o time completo atrás de mim.
Aqui eu explico o que é específico de uma loja virtual, o que olho nela antes de investir mais e quando tráfego pago não é a resposta.
Agência de e-commerce: o que eu faço (e o que não faço)
O que eu faço: campanhas de mídia, leitura de números e decisões de crescimento para lojas que já vendem. Por trás de mim há head de performance, designer, videomaker e coordenação de SEO. Para a visão geral de canais, veja a página de agência de marketing digital.
O que eu não faço: não construo a loja, não implanto plataforma e não faço site de e-commerce. Se você busca isso, esta não é a página certa.
Para quem é: loja que já vende, tem verba de mídia própria e quer mais cliente novo com previsibilidade. Se você está começando agora, este não é o melhor caminho: primeiro a loja precisa estar no ar e vender.
Por que o e-commerce sofre com atendimento júnior
Loja virtual muda rápido: promoção, estoque, sazonalidade, preço. Por isso importa que a pessoa na reunião seja a mesma que decide mexer na campanha. O contraste é este:
| Agência tradicional | Boutique com o dono à frente | |
|---|---|---|
| Quem atende | Atendimento ou analista júnior | O dono, que responde pelo projeto |
| Quem decide | Quem apresenta a reunião nem sempre decide | Quem está na conversa decide |
| Equipe de execução | Completa | Completa (head de performance, designer, videomaker, SEO…) |
| Carteira | Dezenas de clientes por atendimento | Poucos clientes, com atenção que não cabe em carteira grande |
| Rotatividade | Troca de analista no meio do contrato | O mesmo responsável durante todo o contrato |
Antes de contratar qualquer agência, pergunte: quem estará na reunião mensal e quem decide mexer na campanha quando uma promoção muda ou um produto esgota? A resposta mostra quanto tempo uma decisão leva.
Três objetivos, três tipos de campanha para a loja
Cada objetivo pede uma campanha diferente, um critério de escolha e um número de relatório para acompanhar. Misturar os três na mesma estrutura é um erro comum.
| Objetivo | Como aplico na loja | Quando começo por ele | O que olho no relatório |
|---|---|---|---|
| Ficar mais conhecido | Alcance, vídeo e remarketing para repetir a mensagem a quem já viu a marca | A marca é pouco conhecida e quase ninguém chega à loja | Quantas pessoas foram alcançadas, quanto do vídeo foi assistido, quantas visitaram a loja depois |
| Atrair clientes | Captação de base (e-mail, WhatsApp, cadastro) para vender depois | A loja tem visitas, mas o visitante sai sem comprar e sem deixar contato | Quantos contatos entraram, de onde vieram, quantos compraram depois |
| Vender mais | Campanhas de venda direta, com produtos e remarketing de quem visitou | Já há tráfego e a oferta está clara; o gargalo é a compra | Custo por compra, valor do pedido, conversão da página de produto |
Se a sua loja já recebe visitas e poucas compras, começo pelo remarketing e pela venda direta, não por mais divulgação: o problema não é falta de gente chegando. Se quase ninguém conhece a marca, a divulgação vem primeiro. Em loja com verba menor, prefiro concentrar em um objetivo por vez; com verba maior, dá para rodar dois em paralelo, cada um com a sua leitura.
Como estruturo a conta de uma loja virtual, passo a passo
A metodologia geral de mídia está em agência de performance. Aqui vão os passos que dependem de a loja ter produtos, estoque e checkout.
- Eventos de compra conferidos. Antes de gastar, abra o Gerenciador de Eventos e confira se aparecem visualização de produto, carrinho, início de checkout e compra, e se cada compra entra uma vez só, com o valor do pedido. Faça um pedido de teste na própria loja e veja se ele chega com o valor certo. Sem o valor, a campanha não distingue o pedido grande do pequeno.
- Feed de produtos. Segundo a Central de Ajuda do Google Ads, os anúncios do Shopping usam os dados dos produtos no Merchant Center, e as palavras-chave não são consideradas. Na prática, título, preço e categoria do feed decidem onde o produto aparece. Pela Central do Merchant Center, se a disponibilidade no feed, na página e no checkout divergir, os itens são reprovados. Quando começa uma promoção ou um produto esgota, o feed é atualizado no mesmo dia, e peço toda semana o relatório de produtos reprovados.
- Público novo separado de remarketing. Quem nunca viu a loja e quem largou o carrinho recebem campanhas diferentes, com mensagens diferentes. Assim o custo de cada grupo é lido sem mistura.
- Verba e aprendizado. Em sua documentação para anunciantes, a Meta indica que o conjunto de anúncios precisa de um mínimo de cerca de 50 eventos de otimização em 7 dias para estabilizar o aprendizado. Numa loja com poucas compras por semana, otimizar para compra pode não alcançar isso: nesse caso, otimizo para um evento mais frequente, como o carrinho, ou reúno conjuntos. Em época de sazonalidade, a verba se concentra nos produtos com estoque.
- Leitura semanal. Toda semana olho o custo de cada visita à página de produto, as saídas sem ação e a conversão da página. Visita barata sem compra aponta para a loja, não para a mídia.
Mídia sozinha não vende: o que olho na loja antes de investir mais
Mais verba em uma loja que não converte só aumenta o prejuízo. Antes de subir o investimento, eu olho:
- Página de produto: foto, descrição, preço e prazo de entrega aparecem de forma clara? Em um celular, o botão de compra está à vista?
- Oferta: o preço e a condição fazem sentido para quem chega por um anúncio, comparados ao que o visitante encontra em outra loja?
- Checkout: quantos passos até pagar, quais formas de pagamento e onde as pessoas abandonam.
- CRM e recompra: confira se existe contato depois da compra; sem ele, a loja depende só de cliente novo.
Quando tráfego pago não é a resposta agora: quando a conversão da loja é baixa por causa da página ou da oferta, quando o estoque não sustenta a demanda ou quando não há quem atenda o cliente com rapidez. Nesses casos eu digo isso no diagnóstico, antes de qualquer contrato. Para ver como isso se aplica a outros tipos de negócio, veja marketing digital para empresas.
Resultados de clientes, com o tráfego como parte da estratégia
Não atribuo estes resultados ao tráfego pago sozinho. Os resultados dos clientes abaixo vieram de várias frentes: CRM, processo comercial, site, conteúdo e oferta, com a mídia como parte da estratégia.
- Taqe: +600% de receita em 6 anos.
- Vitao: −59% de custo de aquisição.
- Vendizap: +162% de leads qualificados.
- Live University: 66% mais oportunidades de venda.
Em um dos meus clientes, Google Ads e Meta combinados fizeram diferença; não tenho número nem setor para citar aqui. Tenho 15 anos de mercado e mais de R$ 10 milhões gerados em receita digital.
Quanto custa e o que o investimento cobre
Os meus planos começam em R$ 2.000 por mês e reúnem mídia e gestão em um único pacote. O investimento em mídia é o que faz o anúncio aparecer. Em campanhas de divulgação, esse investimento faz a marca aparecer para 30 a 50 mil pessoas todos os meses, no Instagram Ads ou no Google; o alcance exato muda com o público e o objetivo.
O orçamento do seu caso sai na conversa de diagnóstico, depois que eu olho a loja e a meta. Para entender o que faz o preço de uma agência variar, veja quanto cobra uma agência de marketing digital e, para pensar no tamanho da verba, quanto investir em marketing digital.
O que você vê nos primeiros dias e como alinho a expectativa
Nos primeiros dias você já acompanha quantas pessoas chegam à página de produto, de onde vêm, quanto custa cada visita e quantas saem sem agir. Em campanhas de divulgação, isso é imediato.
Resultado de venda depende da meta. Começar a ter um novo canal de geração de oportunidades é um objetivo; multiplicar o faturamento da loja é outro, muito mais exigente. Antes do contrato eu alinho uma previsão do que é realista para o seu caso, e só fecho com quem está de acordo com ela.
Dito isso, o limite honesto: não existe garantia de venda. Existe método, medição e um acompanhamento em que eu explico cada decisão.
Para quem sou a escolha certa (e para quem não sou)
Sou a escolha certa se a sua loja já vende, você tem verba de mídia própria e quer mais cliente novo com previsibilidade, e se valoriza falar direto com quem decide.
Não sou a escolha certa se você é profissional autônomo ou liberal, se está começando do zero ou procura o menor preço.
O que você pode contar de mim:
- A conta de anúncios e o pixel ficam sempre no nome da sua empresa.
- Você tem acesso total à conta o tempo todo.
- O responsável é o mesmo do início ao fim do contrato.
Quero uma conversa de diagnóstico: peça a sua, sem custo e sem compromisso. Falo direto com você, sem vendedor, em até 1 dia útil, olho a loja e a meta e digo o que faria.




