Se você procura uma consultoria de marketing digital, provavelmente quer saber onde investir antes de gastar mais em mídia. Sou o Marcelo Marcondes, CEO e fundador da Vince Marketing: quem atende e responde pelo seu projeto sou eu, com o time completo atrás. Nesta página explico o que uma consultoria entrega, como é o meu diagnóstico, quando a resposta não é tráfego pago e para quem esse trabalho serve.
Um aviso para evitar lead errado: não vendo “só plano”. O diagnóstico é a porta de entrada, e a execução vem junto.
O que uma consultoria de marketing digital entrega (e o que não entrega)
Uma boa consultoria entrega quatro coisas:
- Diagnóstico: o que funciona e o que trava hoje, do anúncio até a venda.
- Priorização de canais: onde colocar a verba primeiro e o que deixar para depois.
- Metas: o que é realista para o seu caso, em oportunidades, leads ou vendas.
- Plano: quem faz o quê, em que ordem e como cada etapa será medida.
O que ela não entrega sozinha é resultado. Plano sem execução vira documento na gaveta, e execução sem plano gasta verba no canal mais fácil, não no mais útil. Por isso, no meu trabalho, quem desenha o plano é o mesmo responsável que acompanha a execução.
Consultoria, agência ou assessoria: qual faz sentido para o seu caso
O critério é a clareza que você tem hoje:
- Você não sabe qual canal usar ou por que o marketing não gera venda. Precisa de diagnóstico primeiro. Contratar execução antes disso é arriscar verba em palpite.
- Você já sabe o canal e falta quem execute com método. Precisa de execução, e uma agência de marketing digital resolve.
- Você tem time interno e quer alguém sênior para orientar as decisões. O acompanhamento recorrente é o que a assessoria de marketing cobre.
Na prática, a maioria das empresas que me procura mistura os dois primeiros casos: tem alguma coisa rodando, mas não sabe se é a certa. Começo pelo diagnóstico e, se fizer sentido, sigo para a execução com a mesma pessoa à frente.
Como é o diagnóstico, passo a passo
Esta é a ordem do que eu olho:
- Oferta. O que você vende, para quem e por que alguém compraria de você e não do concorrente. Oferta confusa derruba qualquer canal.
- Site e página de destino. Para onde vai quem clica: a página deixa claro o que fazer e é fácil de usar no celular?
- Mídia atual. O que já roda, em quais plataformas, com qual objetivo e o que cada campanha traz de resultado.
- Rastreamento. Se a conta de anúncios e o pixel estão instalados e no nome da sua empresa, e se a conversão que conta é a que importa (lead qualificado, pedido, reunião), não só o clique ou o cadastro.
- CRM e processo comercial. Quem responde o lead, em quanto tempo e o que acontece depois. Lead que espera horas esfria.
O que você recebe ao final: uma lista de prioridades em ordem (o que consertar primeiro, o que testar, o que não fazer agora) e uma previsão realista do que esperar no seu caso. Se a conta de anúncios já existe, peço acesso de leitura para olhar os números de perto.
O que muda quando quem atende é o dono
Em consultorias grandes, quem vende a reunião nem sempre é quem decide, e o projeto costuma passar para um analista depois da assinatura. Veja os dois modelos lado a lado:
| Ponto de comparação | Consultoria ou agência tradicional | Boutique com o dono à frente |
|---|---|---|
| Quem fala com você | Atendimento ou analista em início de carreira | O dono, responsável pelo projeto |
| Quem decide na reunião | Nem sempre quem apresenta | Quem está na conversa |
| Equipe de execução | Completa | Completa (head de performance, designer, videomaker, SEO…) |
| Tamanho da carteira | Muitos clientes por atendimento | Poucos clientes por vez, com mais atenção para cada um |
| Continuidade | O analista pode mudar durante o contrato | O mesmo responsável até o fim |
A estrutura de execução é a mesma. A diferença é que quem faz o diagnóstico responde pelo que acontece depois, e você não precisa recontar seu contexto a cada troca de analista.
Quando a resposta não é tráfego pago
Parte dos diagnósticos termina com “ainda não é hora de investir mais em mídia”. Os casos mais comuns:
- Oferta fraca. Se o cliente não entende por que comprar de você, mais anúncio só aumenta o custo de ouvir “não”.
- Site que não converte. Mais visitas numa página que não leva à ação multiplicam o prejuízo, não a venda.
- Processo comercial quebrado. Se ninguém responde o lead rápido ou o comercial não sabe qualificar, o problema está depois do anúncio.
- Medição errada. Sem saber o que é um resultado de verdade, a campanha otimiza para o que é fácil.
O critério para decidir o que consertar primeiro: comece pelo ponto mais próximo da venda. Se o comercial perde o lead, nenhum ajuste na mídia resolve. Quando é esse o caso, eu digo no diagnóstico, mesmo que isso adie o investimento.
Resultados que vieram de várias frentes, não de uma só
Os números abaixo são de clientes que atendi. Em todos o tráfego pago fez parte da estratégia, ao lado de CRM, processo comercial, site, conteúdo e oferta:
- Taqe: +600% de receita em 6 anos.
- Vitao: −59% de custo de aquisição.
- Vendizap: +162% de leads qualificados.
- Live University: 66% mais oportunidades de venda.
É por isso que começo pelo diagnóstico: o resultado raramente vem de uma única alavanca. São 15 anos de mercado e mais de R$ 10 milhões gerados em receita digital.
Quer saber qual dessas frentes pesa mais no seu caso? Peça uma conversa de diagnóstico, sem custo e sem compromisso: eu olho a sua operação e digo o que faria primeiro.
Quanto custa e o que esperar de prazo
Os planos partem de R$ 2.000 por mês, em pacote que inclui mídia e gestão. A mídia é o que coloca o anúncio na frente das pessoas, e o tamanho do investimento acompanha a sua meta. Em campanhas de divulgação, esse valor leva a marca a 30 a 50 mil pessoas por mês, no Instagram Ads ou no Google, com alcance exato variando conforme público e objetivo. O orçamento do seu caso sai na conversa de diagnóstico. Para pensar a verba de forma geral, veja quanto investir em marketing digital.
Quanto ao prazo, o que aparece primeiro são sinais de comportamento: quantas pessoas chegam, de onde vêm, quanto custa cada visita e quantas abandonam a página. Venda é outra conversa e depende da meta. Abrir um novo canal de oportunidades é um objetivo; multiplicar o faturamento é outro, bem mais exigente. Por isso alinho com você, antes do contrato, uma previsão realista, e só fecho com quem concorda com ela. Não existe garantia de venda.
Para quem é e para quem não é
É para empresas que já vendem, têm verba de mídia própria e buscam mais clientes novos com previsibilidade, em segmentos como e-commerce, startup, SaaS, B2B, indústria, educação, varejo e serviço B2C prestado por empresa. Também serve a quem valoriza atenção sênior e quer falar com quem decide.
Não é para:
- profissional autônomo ou liberal;
- quem está começando do zero, sem produto validado e sem verba;
- quem procura o menor preço.
Se você está começando agora, este não é o melhor caminho.
Como começar: a conversa de diagnóstico
O primeiro passo é uma conversa de diagnóstico: falo direto com você, sem vendedor, em até 1 dia útil, sem custo e sem compromisso. Você me conta o que vende, o que já roda e qual é a meta, e eu digo o que faria primeiro.
Se seguirmos juntos, as regras são simples: a conta de anúncios e o pixel ficam no nome da sua empresa, você tem acesso total o tempo todo e o responsável é o mesmo do início ao fim do contrato. Para ver como é a execução depois do diagnóstico, conheça a agência de marketing digital.
Quer começar? Use o botão desta página e peça a sua conversa de diagnóstico: eu respondo em até 1 dia útil.




