Quem procura uma agência de growth marketing quer um parceiro que trate o crescimento como método: testar, medir e decidir com números, do anúncio até a venda. Sou o Marcelo Marcondes, CEO e fundador da Vince Marketing. Quem atende e responde pelo seu projeto sou eu, com o time completo atrás: head de performance, designer, videomaker e coordenação de SEO.
Esta página é para quem quer contratar o serviço. Se você chegou atrás de vaga, curso ou salário de growth, ela não vai ajudar. Aqui explico como é o ciclo de trabalho, o que chega às suas mãos em cada etapa, quanto custa e de quem é a conta.
Agência de growth marketing com atendimento direto do dono
Growth é um método de testes sobre o funil. Quem escolhe os testes precisa conhecer o seu negócio desde o início, e por isso a pessoa que conversa com você é a que decide. A estrutura de execução é a mesma de uma agência tradicional; o que muda é quem atende:
| Agência tradicional | Boutique com o dono à frente | |
|---|---|---|
| Quem atende | Atendimento ou analista júnior | O dono, que responde pelo projeto |
| Quem decide | Quem apresenta a reunião nem sempre decide | Quem está na conversa decide |
| Equipe de execução | Completa | Completa (performance, design, vídeo, SEO) |
| Carteira | Dezenas de clientes por atendimento | Poucos clientes, com atenção que não cabe em carteira grande |
| Rotatividade | Troca de analista no meio do contrato | O mesmo responsável durante todo o contrato |
Em growth, a continuidade pesa: o trabalho é uma fila de escolhas (qual hipótese testar primeiro, quando parar um teste, o que ampliar), e escolher bem depende de acompanhar o negócio do começo ao fim.
O que growth marketing é na prática (e o que não é)
Growth é um ciclo que se repete sobre o funil inteiro: hipótese, teste, medição, decisão. Escolhe-se um ponto do funil, supõe-se o que trava o resultado ali, muda-se uma coisa só, mede-se e decide-se: manter, descartar ou ampliar.
Para separar growth de “mais anúncio”, pergunte qual foi a última decisão tomada a partir de um teste. Se a resposta é “aumentamos a verba”, isso é mídia. Se é “trocamos a oferta da página, medimos a conversão do formulário e ficamos com a versão nova”, isso é growth.
Growth não é:
- um pacote de truques que serve para qualquer empresa;
- sinônimo de tráfego pago: o tráfego é um canal dentro do ciclo;
- crescer em tudo ao mesmo tempo: ataca-se um gargalo por vez.
Na Vince, o growth se ancora em geração de leads e funil. Se o seu foco é captar contatos, veja a página de agência de geração de leads. Se você compara com agência de inbound marketing, a diferença está no ponto de partida: o inbound começa pelo conteúdo que atrai; o growth começa pelo gargalo do funil e testa onde ele estiver.
O que eu faço no ciclo de growth, passo a passo
A sequência é esta, e cada etapa tem uma entrega que você pode cobrar:
- Diagnóstico do funil. Examino a conta de anúncios, o site, o formulário e o que acontece com o lead depois que chega ao comercial. Você recebe um mapa de onde o funil perde gente.
- Métrica principal. Definimos juntos o número que mede sucesso: lead qualificado, reunião marcada, pedido. Sem isso, o teste otimiza a coisa errada. A definição fica por escrito. Para saber quanto custa cada contato gerado até chegar a esse número, veja quanto custa um lead.
- Hipóteses priorizadas. Cada item diz qual gargalo ataca, o que muda e como será medido. Meu critério de ordem: primeiro o gargalo mais perto da venda, porque corrigir ali aproveita todo o tráfego que já chega; depois o que é fácil de mudar e fácil de medir; por último o que exige produção pesada ou mexe em várias coisas ao mesmo tempo.
- Testes em andamento. Rodam em mídia, criativos, página, oferta e CRM, uma variável por vez. Designer e videomaker produzem o que cada teste pede. Instagram e WhatsApp entram como frentes quando fazem sentido.
- Leitura e decisão. Ao fim de cada teste, explico o que aconteceu e o que fazer a seguir. Você recebe o aprendizado registrado, não só uma planilha de números.
Mudar tudo ao mesmo tempo apaga o aprendizado, por isso mexo em uma variável por vez e registro a data de cada mudança.
Quando encerrar um teste. Defino antes de começar a métrica que decide e o que muda se a versão nova ganhar. Só concluo quando há volume suficiente para a diferença não ser acaso: com poucos leads por versão, uma diferença grande pode ser sorte. Se o volume é baixo, prefiro testar mudanças maiores e medir um evento mais frequente (por exemplo, o cadastro em vez da venda), em vez de declarar vencedor cedo.
Um exemplo hipotético: o negócio recebe muitos cadastros, mas poucos viram reunião. O gargalo já não é tráfego. A hipótese é que o formulário não filtra. O teste coloca duas perguntas de qualificação em uma das versões da página, com o tráfego dividido entre as duas. A métrica que compara é a proporção de leads que viram reunião em cada versão, e não o número bruto de cadastros (a versão com mais perguntas tende a ter menos cadastros). O teste roda até cada versão acumular volume suficiente para a diferença não ser acaso, e pelo menos um ciclo completo de venda, para o comercial ter tempo de agendar. Se a versão com perguntas levar mais cadastros à reunião, ela fica; se não, descarta-se e o próximo gargalo sobe na fila.
Por objetivo: ficar conhecido, atrair clientes ou vender mais
O ciclo é o mesmo; o que se testa depende do objetivo:
| Objetivo | O que o trabalho envolve | Exemplo |
|---|---|---|
| Ficar mais conhecido | Alcance, visualização de vídeo, engajamento e remarketing para repetir a mensagem | Uma marca que precisava ficar mais conhecida |
| Atrair clientes (leads) | Leads qualificados entregues ao time comercial | Um negócio B2B que precisava de leads para o comercial |
| Vender mais | Campanhas de venda direta e e-commerce | Um e-commerce |
| Ponta a ponta | Do lead ao processo no CRM | Live University |
No ponta a ponta, o trabalho vai do anúncio ao processo comercial dentro do CRM. É onde o growth mais aparece, porque o gargalo costuma estar depois do clique. Para quem vende para empresas, veja geração de leads B2B.
Resultados com contexto
Em todos esses clientes o tráfego pago fez parte da estratégia, e os resultados vieram de várias frentes (como CRM, processo comercial, site, conteúdo e oferta), não só da mídia. São resultados de estratégias diferentes, em momentos diferentes, e não do ciclo de cinco passos descrito acima:
- Taqe: +600% de receita em 6 anos.
- Vitao: −59% de custo de aquisição.
- Vendizap: +162% de leads qualificados.
- Live University: 66% mais oportunidades de venda.
Por trás estão 15 anos de mercado, mais de 100 empresas atendidas e mais de R$ 10 milhões gerados em receita digital.
O que você vê nos primeiros dias e o que depende da meta
Logo nos primeiros dias dá para ver quantas pessoas chegam à página, de onde vêm, quanto custa cada visita e quantas saem sem agir.
Resultado de venda depende da meta:
- Criar um novo canal de geração de oportunidades é um objetivo.
- Multiplicar o faturamento é outro, muito mais exigente.
Antes do contrato, alinho uma previsão realista para o seu caso e só fecho com quem concorda com ela. Não há garantia de venda; há método, medição e acompanhamento em que explico cada decisão.
Quanto custa
Os meus planos começam em R$ 2.000 por mês e reúnem mídia e gestão em um pacote. O investimento em mídia é o que faz o anúncio aparecer.
Em campanhas de divulgação, esse investimento faz a marca aparecer para 30 a 50 mil pessoas todos os meses, no Instagram Ads ou no Google. O alcance exato muda com o público e o objetivo.
O orçamento do seu caso sai na conversa de diagnóstico, depois que eu olho o funil e a meta.
Conta no seu nome, acesso total, mesmo responsável
Antes de assinar com qualquer agência, pergunte:
- A conta de anúncios e o pixel ficam no nome da minha empresa?
- Eu tenho acesso total à conta o tempo todo?
- O responsável pelo meu projeto é o mesmo até o fim do contrato?
Comigo, a resposta é sim às três. Conta e pixel ficam no nome da sua empresa, você acessa tudo quando quiser e o responsável não muda. Se uma agência desviar de qualquer uma, trate como sinal de alerta.
Para quem é e para quem não é
Faz sentido se a sua empresa já vende, investe em mídia com verba própria e quer um fluxo previsível de clientes novos, com um parceiro que teste o funil com método. Costuma ser o caso de e-commerce, startup, SaaS, B2B, indústria, educação, varejo e serviço B2C prestado por empresa que valoriza atenção sênior.
Não é o caminho se você:
- é profissional autônomo ou liberal;
- está começando do zero, sem produto validado e sem verba;
- decide pelo menor preço;
- procura vaga, curso ou salário na área de growth.
Growth também não resolve quando o produto ainda não tem demanda comprovada ou quando ninguém atende o lead com rapidez. Se for o seu caso, eu falo isso com franqueza na conversa de diagnóstico.
Se você se reconhece no perfil, peça uma conversa de diagnóstico, sem custo e sem compromisso: eu olho o seu funil e a sua meta e digo o que eu faria, em até 1 dia útil.




