Consultoria de CRO: o que eu faço e o que você recebe
Sou o Marcelo Marcondes, CEO e fundador da Vince Marketing. Na consultoria de CRO, eu analiso por que o seu site perde visitantes que já chegaram até ele, defino o que testar primeiro e acompanho a implementação até a leitura do resultado. Quem atende e responde pelo seu projeto sou eu, com o time completo atrás: design, performance e SEO.
O que você recebe não é um relatório para guardar. É uma lista priorizada de mudanças, colocadas no ar e medidas. Abaixo, mostro como o trabalho funciona, para quem faz sentido e quanto custa para começar.
Para quem a consultoria de CRO faz sentido (e para quem não)
Faz sentido se a sua empresa:
- já vende e tem um site, loja ou página que gera contatos ou pedidos;
- recebe tráfego e investe em mídia própria;
- mede conversões, ou aceita montar essa medição como primeira etapa.
Funciona bem em e-commerce, SaaS, B2B e educação, onde cada visitante tem valor repetível e pequenas melhorias na conversão se somam a cada visita.
Não é o melhor caminho para quem está começando do zero, para profissional autônomo ou liberal e para quem procura o menor preço. Também não é para o site com pouco tráfego: sem volume, o teste não chega a conclusão, e o dinheiro rende mais em outra frente. Eu digo isso logo no diagnóstico, mesmo que signifique não fechar contrato.
Como funciona, passo a passo
Cada etapa termina em uma entrega que você consegue ver:
- Diagnóstico inicial. Entendo o negócio, a meta e o que hoje conta como resultado. Dessa etapa você recebe a definição do que medir, que é a base da auditoria de conversão do site.
- Análise de dados. Olho o analytics e o funil: de onde vem o tráfego, em qual página as pessoas saem, em que passo o processo trava. Dessa etapa você recebe um mapa de onde a conversão se perde.
- Análise de comportamento. Nos mapas de calor e nas gravações de sessão, procuro sinais concretos: cliques em elementos que não são links (a pessoa achou que era botão), rolagem que para antes do formulário ou do botão principal, hesitação ou abandono num campo específico, e voltas repetidas entre duas seções (a pessoa não achou a resposta). Esse dado só é confiável quando há sessões suficientes na página analisada e quando comparo o padrão entre várias gravações, não uma só. Os dados dizem onde está o problema; o comportamento ajuda a entender o porquê.
- Análise heurística da página. Passo por cada página relevante com perguntas objetivas: a primeira tela deixa claro o que é oferecido e para quem? O botão diz o que acontece ao clicar? O formulário pede só o que o comercial usa? Há prova e segurança perto do ponto de decisão? A página carrega rápido no celular? Cada resposta “não” vira uma hipótese.
- Lista priorizada de hipóteses. Cada hipótese traz a evidência que a sustenta e o resultado esperado. O critério de ordem está na próxima seção.
- Testes e implementação. As mudanças vão ao ar, e as maiores entram como teste comparativo.
- Leitura e próximo ciclo. Explico o que aconteceu, o que aprendemos e o que entra na rodada seguinte.
Como priorizo o que testar
Uma lista de ideias sem ordem leva o time a testar o que é fácil, não o que importa. Para cada hipótese, dou nota alta, média ou baixa a três critérios:
- Impacto: quanto esse ponto pesa na jornada. Um problema na página onde a maioria abandona vale mais do que um detalhe numa página pouco vista.
- Esforço: quanto tempo de design e desenvolvimento a mudança exige (nota alta aqui significa pouco esforço).
- Evidência: o que nos dados e no comportamento aponta para esse problema.
Exemplo hipotético com três hipóteses:
| Hipótese | Impacto | Esforço | Evidência | Ordem |
|---|---|---|---|---|
| Reduzir os campos do formulário | Alto | Alto (mudança simples) | Alta (abandono medido no formulário) | 1ª |
| Reescrever o título da página de serviço | Alto | Médio | Média (rolagem curta, sem dado direto) | 2ª |
| Mudar a cor do botão | Baixo | Alto (mudança simples) | Baixa (nenhum dado aponta para isso) | Por último |
A regra: entra primeiro o que combina evidência alta com impacto alto; esforço baixo desempata. A cor do botão é fácil, mas sem evidência e sem impacto, então fica no fim da fila. A estatística e a duração dos experimentos estão em testes A/B em sites.
Consultoria e execução: por que separar costuma travar
Consultoria que só entrega diagnóstico depende de alguém, do lado do cliente, para colocar cada recomendação no ar. Quando esse alguém não existe ou está ocupado, a lista fica parada.
Aqui a execução faz parte do trabalho. Um exemplo: a análise mostra abandono no formulário de orçamento. Eu defino quais campos saem e em que ordem os demais ficam; o designer ajusta o layout; o desenvolvimento publica a nova versão; e eu configuro a medição para comparar, na mesma janela, a taxa de envio da versão antiga com a da nova. Você não coordena fornecedores: o responsável é um só e acompanha o projeto do início ao fim do contrato.
CRO com tráfego pago: por que as duas coisas andam juntas
Se mais gente converte, o mesmo investimento em mídia pode gerar mais contatos. Por isso acompanho as duas coisas juntas: vejo o custo por visita e o custo por lead ao lado da taxa de conversão da página e sei se o problema está no anúncio, que traz a pessoa errada, ou na página, que não convence quem chegou.
Resultados de clientes que atendi, com o tráfego pago como parte da estratégia, ao lado de CRM, processo comercial, site, conteúdo e oferta:
- Vitao: −59% de custo de aquisição.
- Vendizap: +162% de leads qualificados.
Se a sua dúvida é por onde começar, o artigo como aumentar a conversão do site organiza as alavancas. Para páginas de captura, veja otimização de landing page; para lojas virtuais, CRO para e-commerce.
Que resultado esperar e em quanto tempo
Nos primeiros dias você já acompanha, por página, quantas pessoas chegam, de onde vêm, quanto custa cada visita e quantas saem sem agir. Esse é o retrato de partida da taxa de conversão do seu site, e é com ele que as primeiras mudanças são escolhidas.
Resultado de venda depende da meta. Ter um site que gere oportunidades com mais regularidade é um objetivo; multiplicar o faturamento é outro, muito mais exigente. Antes do contrato, escrevo para você uma previsão realista do seu caso, com a taxa de conversão e o custo por visita atuais como ponto de partida, e só fecho com quem está de acordo com ela. Não existe garantia de venda: existe método, medição e um acompanhamento em que eu explico cada decisão.
Quanto custa e como contratar
Meus planos começam em R$ 2.000 por mês, em pacote que reúne mídia e gestão. O investimento em mídia é o que faz o anúncio aparecer e levar visitantes ao site que estamos otimizando. Em campanhas de divulgação, ele faz a marca aparecer para 30 a 50 mil pessoas todos os meses, no Instagram Ads ou no Google; o alcance exato muda com o público e o objetivo.
O orçamento do seu caso sai na conversa de diagnóstico, depois que eu olho o seu site e a sua meta. Para entender o que faz o preço variar, veja quanto custa CRO.
Raio-X gratuito do seu site: o que você recebe
O ponto de partida é o Raio-X gratuito do seu site. Eu olho:
- o funil e a página de maior abandono;
- a mensagem da primeira tela, o botão principal e o formulário;
- como a conversão está medida hoje e o que falta medir.
Você recebe o resultado em um resumo escrito: onde a conversão provavelmente se perde e o que eu testaria primeiro, para decidir com informação. Para pedir, use o botão desta página e informe o endereço do site e a meta atual.
Desde o início, a conta de anúncios e o pixel ficam no nome da sua empresa, e você tem acesso total à conta o tempo todo. Se quiser entender o conceito geral antes, a página sobre CRO cobre o básico.
Quero uma conversa de diagnóstico: falo direto com você, sem vendedor, em até 1 dia útil, sem custo e sem compromisso.




