Sou o Marcelo Marcondes, CEO e fundador da Vince Marketing. Faço a criação de site institucional para empresas que já vendem e hoje têm um site pior do que o próprio negócio. Quem atende e responde pelo seu projeto sou eu, com o time completo atrás (design, vídeo, SEO e performance).
Abaixo está o meu método: como decido a estrutura, o que peço de você, como deixo o site medindo contatos desde o dia da publicação e o que combinar sobre propriedade.
Quando um site institucional é a ferramenta certa
Chamo de site institucional o site de várias páginas que apresenta a empresa, seus serviços, suas provas e os caminhos de contato. Ele precisa fazer duas coisas: convencer quem desconfia e gerar conversas comerciais.
Costuma ser a ferramenta certa quando:
- o cliente pesquisa o nome da empresa antes de responder uma proposta;
- o vendedor repete as mesmas explicações em toda reunião;
- a empresa vende serviços ou soluções e quer ser achada por quem busca o problema no Google.
Não é o melhor caminho para profissional autônomo ou liberal, para quem está começando do zero sem produto validado e para quem procura o menor preço. Nesses casos, um construtor gratuito cumpre o papel inicial. E se a meta é vender com carrinho e checkout, o projeto é outro.
Dois testes para avaliar o seu site atual
Antes de falar em refazer ou criar, faça estes testes em dez minutos:
- Teste do estranho. Peça a alguém de fora que abra a home e diga o que a empresa vende e como contratar. Se a pessoa hesita, o problema é de estrutura e de texto, não de cor ou de fonte.
- Teste dos cliques. Parta da home e conte quantos cliques levam a um formulário, ao WhatsApp ou ao telefone. Se o contato não está visível em qualquer página de serviço, o caminho está longo.
- Teste do comercial. Pergunte ao vendedor quais dúvidas ele responde toda semana. Cada uma deve virar um trecho do site.
O resultado desses testes decide se o caso pede um site novo ou um ajuste na estrutura existente.
Atendimento: o dono à frente, a estrutura completa atrás
Em projeto de site, o briefing chega direto a mim, e as decisões de estrutura e de texto saem na conversa, sem repasse por atendimento. O designer, o time de SEO e a performance entram como funções da estrutura. Você não coordena ninguém: valida os pontos que são seus e eu respondo pelo conjunto. O responsável é o mesmo do início ao fim do contrato.
O método, da conversa à publicação
Em cada etapa há algo que você decide e algo que eu entrego:
- Objetivo. Você escolhe o que o site deve gerar (pedidos de orçamento, reuniões, apoio ao comercial). Entrego o objetivo por escrito e a forma de medir.
- Mapa de páginas. Você aponta quais serviços merecem página própria. Entrego a árvore do site e a função de cada página.
- Textos. Você confere dados, prazos e provas. Entrego textos escritos para o cliente que vai ler, não para o robô de busca.
- Design. Você aprova a direção visual e as páginas-chave. Entrego o layout respeitando a identidade da marca.
- Construção. Você revisa em ambiente de teste e aponta o que não bate com a operação real.
- SEO técnico e rastreamento. Você define o que conta como contato válido. Entrego URLs, títulos, indexação e eventos configurados antes de ir ao ar.
- Publicação. Você dá o aval final, com tudo testado.
A escolha da plataforma pesa menos que a estrutura e o conteúdo; trato esse assunto na leitura relacionada, ao final.
Estrutura de páginas por tipo de negócio
A base repete: home, sobre, serviços ou soluções, cases, contato e blog. O que muda é o que ganha destaque:
| Negócio | Ganha destaque | Motivo |
|---|---|---|
| B2B | Soluções organizadas por problema, cases e formulário que qualifica | O comprador compara antes de conversar |
| Indústria | Páginas por linha ou aplicação, certificações, fichas técnicas | O comprador precisa validar capacidade |
| Educação | Uma página por curso, docentes, depoimentos, caminho de inscrição | A decisão depende de confiança |
| Serviço B2C prestado por empresa | Uma página por serviço, região atendida, avaliações, WhatsApp visível | A decisão é rápida |
Dois critérios que uso: cada serviço relevante recebe uma página própria, e a home apenas encaminha. O blog fica no rodapé ou em um link discreto, fora do menu principal, para que o menu leve o visitante a serviços e contato. Uma única página longa para uma campanha específica é outro formato, a landing page.
Um exemplo de trabalho do lead ao processo no CRM é a Live University, com 66% mais oportunidades de venda vindas de várias frentes, com o tráfego pago como parte da estratégia.
SEO e medição desde a construção
Um site sem SEO e sem medição fica invisível e não permite saber se gera contato. Por isso estes pontos fazem parte do projeto:
- URLs curtas e legíveis, que espelham o mapa de páginas.
- Título e descrição próprios em cada página, escritos para a busca que ela atende.
- Velocidade no celular. Reviso o peso das imagens e o carregamento da home e das páginas de serviço antes de publicar e corrijo o que atrasa.
- Indexação. Envio o mapa do site ao Google e confiro se as páginas certas aparecem.
- Eventos de conversão no Google Analytics para envio de formulário, clique no WhatsApp e clique no telefone.
Três decisões que tomo em todo projeto:
- Uma busca por página. Antes de escrever, defino a pergunta do cliente que a página responde. Duas páginas disputando a mesma busca atrapalham uma à outra.
- Conversão principal separada das secundárias. A principal é o contato que o comercial aproveita, como o formulário ou a mensagem no WhatsApp. Cliques em redes sociais e downloads entram como eventos secundários, para não inflar o número.
- Teste de ponta a ponta. Antes de publicar, envio o formulário, clico no WhatsApp e no telefone, e confiro se cada evento chega uma única vez ao Analytics e se o contato cai na caixa de e-mail certa.
Sem esses eventos você sabe quantas pessoas visitaram, mas não quais contatos vieram do site.
Site e mídia paga
O site recebe o tráfego das campanhas, e o anúncio só rende se a página de destino responder ao que ele prometeu. Com mídia ativa, acompanho de onde vêm as visitas, quanto custa cada uma, quantas pessoas saem sem agir e quais páginas levam ao contato. Esses sinais aparecem nos primeiros dias, e é neles que ajusto texto, página e anúncio.
Propriedade e acesso
O receio comum é ficar refém de quem construiu o site. Posso afirmar o seguinte sobre a minha operação:
- a conta de anúncios e o pixel ficam no nome da sua empresa;
- você tem acesso total à conta o tempo todo;
- o responsável é o mesmo do início ao fim do contrato.
Com qualquer fornecedor, inclusive comigo, pergunte por escrito em nome de quem ficam o domínio e a hospedagem, quem tem acesso de administrador hoje e o que acontece com o site se o contrato terminar. Combine antes de assinar e registre.
Prazo e expectativa
Não prometo prazo sem olhar o projeto: número de páginas, conteúdo existente e integrações mudam o cronograma. Antes do contrato, alinho uma previsão realista para o seu caso e só fecho com quem concorda com ela.
Também não há garantia de venda. Ter um site que sustente a credibilidade e capte contatos é uma meta; multiplicar o faturamento é outra, bem mais exigente.
Leitura relacionada
- Criação de sites: a visão geral dos tipos de site e de como escolher o seu.
- Criação de site WordPress: quando a plataforma entra na decisão.
- Redesign de site: o caminho para quem já tem site e ele não cumpre o papel.
- Criação de landing page: o formato de página única para uma campanha específica.
- Manutenção de site WordPress: o que acontece depois da entrega.
Quer avançar? Peça uma conversa de diagnóstico, sem custo e sem compromisso: falo direto com você, sem vendedor, em até 1 dia útil. Você sai com o objetivo do site definido, a estrutura de páginas que eu recomendo para o seu caso e a previsão realista de prazo e de investimento.




