Se você procura uma agência de Google Ads, quer alguém que cuide da conta e explique o que está fazendo com o seu dinheiro. Eu sou o Marcelo Marcondes e atendo cada conta pessoalmente: você fala comigo, não com um atendimento. Atrás de mim há um time completo, com head de performance, designer, videomaker e coordenação de SEO.
Esta página fala só de Google. Para o que uma agência de tráfego pago inclui em geral, comece pela página principal. Aqui eu mostro o que acontece dentro da conta, qual campanha serve a cada objetivo e de quem é a conta.
O que uma agência de Google Ads faz na sua conta
Uma gestão de Google Ads não é “montar a campanha e esperar”. É uma rotina. Na minha operação, ela segue esta ordem:
- Termos de pesquisa. Toda semana a gente abre o relatório de termos que realmente ativaram os anúncios. O que não tem a ver com o negócio vira palavra negativa. É o ajuste que mais corta desperdício.
- Anúncios. Título e descrição precisam repetir a intenção de quem pesquisou. Se a pessoa buscou “software de gestão para clínica” e o anúncio fala de “soluções inovadoras”, a taxa de cliques cai.
- Página de destino. O melhor anúncio perde dinheiro se a página não responde ao que ele prometeu. Reviso mensagem, formulário e velocidade junto com a campanha.
- Lances. Defino a estratégia (clique manual, maximizar conversões, CPA ou ROAS desejado) conforme o volume de conversões que a conta já tem. Explico abaixo os mínimos.
- Orçamento por campanha. Mover verba da campanha que gasta e não converte para a que converte é decisão semanal, não trimestral.
- Relatório. Eu leio os números e explico a decisão que tomei. O relatório mensal responde a três perguntas: quanto custou cada oportunidade, quais delas viraram venda e o que muda no mês seguinte.
Cada ajuste é registrado. Na minha experiência, mudar tudo ao mesmo tempo atrapalha o aprendizado da campanha, e você perde a capacidade de saber o que funcionou.
Qual campanha do Google resolve o seu objetivo
Na minha operação, cada tipo de campanha responde a uma situação diferente. Escolher errado queima verba mesmo com a conta bem configurada. Meu critério de decisão:
| Seu objetivo | Campanha que costumo usar | O que precisa estar pronto |
|---|---|---|
| Atrair clientes que já procuram o que você vende | Busca (Rede de Pesquisa) | Rastreamento de conversão e página de destino alinhada |
| Vender mais em e-commerce com catálogo | Shopping e Performance Max | Feed de produtos no Merchant Center e conversão com valor |
| Ficar mais conhecido | YouTube e Demand Gen | Vídeos e imagens, público definido e meta de alcance |
| Recuperar quem visitou e não comprou | Remarketing | Lista de visitantes e volume mínimo de tráfego |
Busca: a demanda que já existe
A campanha de Busca aparece quando alguém digita o que você vende. É a minha primeira escolha para um negócio B2B que precisa de leads para o comercial, porque a pessoa já está procurando. O trabalho está em escolher bem as palavras-chave, separar os termos por intenção (comprar, comparar, aprender) e barrar quem só quer curiosidade.
Performance Max e Shopping: e-commerce com catálogo
Em Shopping, o anúncio mostra foto, preço e nome do produto, montado a partir do feed que você envia ao Merchant Center. Na Performance Max, eu parto do mesmo feed e acompanho para onde o Google está levando a verba, porque a campanha roda em vários canais ao mesmo tempo. Para um e-commerce, é a combinação mais comum. Dois cuidados que tomo: reviso a qualidade do feed (título, preço, estoque) antes de ligar, e acompanho o que a campanha faz com buscas pelo nome da sua marca, para não pagar por cliente que já chegaria sozinho.
Cada formato tem sua própria gestão em profundidade. Aqui você vê só o critério de escolha.
YouTube e Demand Gen: descoberta e vídeo
Quando o objetivo é ficar mais conhecido, a meta é alcance e visualização, não venda imediata. Vídeo no YouTube e campanhas de Demand Gen mostram a sua marca para quem ainda não pesquisou por ela. Funcionam bem para uma marca que precisa ser reconhecida antes de a busca existir. Combino com remarketing para repetir a mensagem a quem já viu.
Remarketing: recuperar quem visitou
Quem visitou o site e saiu ainda é o público mais barato de reconquistar. Crio listas por comportamento (viu o produto, abriu o formulário e não enviou, abandonou o carrinho) e mostro uma mensagem diferente para cada uma. Precisa de tráfego mínimo no site para formar a lista.
Se você está em dúvida entre Google e Instagram, veja o comparativo Google Ads ou Meta Ads.
O que precisa estar pronto antes de ligar a campanha
Esse é o trabalho que o cliente não vê, e o que mais separa uma conta que aprende de uma conta que gasta. Antes de ligar:
- Rastreamento de conversão. Configuro o GA4 e o Google Tag Manager para medir o que importa: formulário enviado, clique no WhatsApp, ligação, compra. Se você fecha venda por telefone ou no comercial, importo essa venda de volta como conversão offline, para o Google aprender com quem comprou e não só com quem clicou.
- Definição de lead qualificado. Combino com você o que é um lead bom. Sem isso, a campanha otimiza para volume de formulário, não para oportunidade de venda.
- Merchant Center, se houver catálogo. Eu só ligo Shopping ou Performance Max com o feed aprovado e sem erros.
- Página de destino. Uma página por oferta, com a promessa do anúncio na primeira dobra e um caminho único de contato.
O rastreamento define qual estratégia de lance eu posso usar. Segundo a Central de Ajuda do Google Ads:
- Para usar ROAS desejado em campanhas de Pesquisa e Shopping, o Google exige pelo menos 15 conversões nos últimos 30 dias.
- Para avaliar o CPA desejado, o Google recomenda medir os últimos 30 dias, com pelo menos 30 conversões.
- Para maximizar conversões, é preciso ter o rastreamento de conversões configurado.
Na prática: se a sua conta tem poucas conversões, o primeiro trabalho não é “otimizar por retorno”, é medir. Também por isso eu não julgo uma estratégia de lances enquanto ela está no status “Aprendizado”, que o Google exibe quando a estratégia é nova ou quando uma configuração muda. O Google não fixa um número de dias para esse período: ele depende do volume de conversões, do tempo do seu ciclo de conversão (do clique até a venda) e da estratégia de lances.
Como o leilão do Google decide quem aparece (e por que gastar mais nem sempre ajuda)
Cada pesquisa gera um leilão. Na minha operação, subir o lance sozinho raramente resolve: quando o anúncio e a página respondem melhor à busca, uma conta com lance menor costuma aparecer acima de um concorrente que paga mais.
O que eu ajusto em cada parte:
- Lance. Quanto você aceita pagar por clique. Defino de acordo com o valor de uma conversão, não por intuição.
- Anúncio. Alinho o texto à intenção da busca. É onde a taxa de cliques sobe.
- Página de destino. Mensagem coerente com o anúncio, carregamento rápido, formulário curto. É onde o visitante decide ficar.
- Extensões do anúncio. Na minha experiência, links extras, ligação, local e outros complementos ocupam mais espaço e costumam melhorar a taxa de cliques.
Dentro da conta existe uma nota de qualidade por palavra-chave. Eu a uso como diagnóstico do anúncio e da página, não como meta nem resultado. O que mede se a conta vai bem é o custo por oportunidade e por venda.
De quem é a conta de Google Ads
Essa é a pergunta que eu faria antes de assinar com qualquer agência. Segundo a Central de Ajuda do Google Ads, quando a agência cria uma nova conta pela conta de administrador (MCC) dela, ela se torna automaticamente a proprietária. Se você vincular uma conta que já existe, ela mantém os seus dados e você pode remover o acesso.
Por isso o procedimento correto é o inverso:
- Crie a conta do Google Ads com o e-mail da sua empresa.
- A agência envia um convite de vínculo da conta de administrador dela.
- Você aceita o convite.
- Mantenha pelo menos um usuário administrador seu na conta. É esse acesso que permite desvincular a agência sem depender dela.
É assim que eu trabalho: a conta e o pixel ficam sempre no nome da sua empresa, e você tem acesso total o tempo todo. Se uma agência pedir para criar a conta por você, pergunte quem será o proprietário. Para mais critérios na hora de decidir, veja como escolher uma agência de tráfego pago.
Peça para ver quem é o proprietário da conta, como a conversão é medida e quem acompanha o seu projeto.
Quanto custa e em quanto tempo aparece resultado
Os planos começam em R$ 2.000 por mês, em um pacote que inclui a mídia e a gestão da conta. O investimento em mídia é o que faz o anúncio aparecer no Google, e a gestão é o trabalho da minha equipe para aplicá-lo bem. O tamanho do investimento depende da meta. Em campanhas de divulgação, esse investimento faz a marca aparecer para 30 a 50 mil pessoas todos os meses, no Instagram Ads ou no Google. O alcance exato muda com o público e o objetivo. O orçamento do seu caso sai na conversa de diagnóstico. Para entender o que faz o preço variar, veja quanto custa tráfego pago.
Sobre prazo, eu separo o que aparece cedo do que leva mais tempo:
- Nos primeiros dias: você já vê quantas pessoas chegam à página, de onde vêm, quanto custa cada visita e quantas saem sem agir. Em campanhas de divulgação isso é imediato.
- Resultado de venda: depende da meta. Começar a ter um novo canal de geração de oportunidades é um objetivo. Multiplicar o faturamento é outro, muito mais exigente.
Antes do contrato, eu alinho com você uma previsão do que é realista para o seu caso, e só fecho com quem está de acordo com essa expectativa. Não existe garantia de venda; existe método, medição e um acompanhamento em que eu explico cada decisão.
Quem atende a sua conta
Quem decide a estratégia, lê o relatório e responde por ela sou eu. O responsável é o mesmo do início ao fim do contrato, sem troca de analista no meio do caminho. Atendo poucos clientes por vez, o que me deixa tempo para olhar a conta de perto.
A execução tem uma estrutura completa: head de performance para a operação das campanhas, designer e videomaker para os criativos, coordenação de SEO para a parte de busca orgânica. Você não precisa gerenciar nenhum deles. Para o modelo completo, veja a página de agência de tráfego pago.
Para quem a gestão de Google Ads faz sentido (e para quem não faz)
Faz sentido para empresas que já vendem, têm orçamento para anúncios e querem mais cliente novo com previsibilidade: e-commerce, startup, SaaS, B2B, indústria, educação, varejo e serviço B2C prestado por empresa. É preciso também que existam pessoas procurando o que você vende no Google.
Não é para:
- profissional autônomo ou liberal;
- quem está começando do zero, sem produto validado e sem verba;
- quem procura o menor preço.
E há casos em que Google Ads não é a resposta: quando ninguém busca o seu produto (o mercado é novo e a demanda precisa ser criada); quando o ticket é baixo demais para o custo por clique do seu setor; e quando o site não converte. Neste último caso, comprar mais tráfego só aumenta o prejuízo. Se for o seu caso, eu digo isso no diagnóstico.
Resultados de clientes
Estes são resultados de clientes que atendi, com o tráfego pago como parte da estratégia, junto com CRM, processo comercial, site, conteúdo e oferta:
- Taqe: +600% de receita em 6 anos.
- Vitao: −59% de custo de aquisição.
- Vendizap: +162% de leads qualificados.
- Live University: 66% mais oportunidades de venda, com trabalho do lead ao CRM.
No total são 15 anos de mercado, mais de 100 empresas atendidas e mais de R$ 10 milhões gerados em receita digital.




