Tráfego pago · atendimento direto do dono

Agência de Google Ads boutique: fale direto com o dono

Sou o Marcelo, fundador da Vince Marketing: cuido direto da sua conta de Google Ads, com time completo por trás. Peça um diagnóstico sem custo.

Falo direto com você, sem vendedor, em até 1 dia útil, sem custo e sem compromisso.

Marcelo Marcondes, especialista em marketing de performance, com 17 certificações de Meta, Google Ads, HubSpot e Google Analytics
Marcelo MarcondesCEO e fundador da Vince Marketing
  • +600%receita em 6 anos
  • −59%custo de aquisição
  • +162%leads qualificados
  • 66%mais oportunidades de venda

15 anos de mercado · 100+ empresas atendidas · R$ 10M+ gerados em receita digital

  • Taqe
  • Vitao
  • Vendizap
  • Live University

Se você procura uma agência de Google Ads, quer alguém que cuide da conta e explique o que está fazendo com o seu dinheiro. Eu sou o Marcelo Marcondes e atendo cada conta pessoalmente: você fala comigo, não com um atendimento. Atrás de mim há um time completo, com head de performance, designer, videomaker e coordenação de SEO.

Esta página fala só de Google. Para o que uma agência de tráfego pago inclui em geral, comece pela página principal. Aqui eu mostro o que acontece dentro da conta, qual campanha serve a cada objetivo e de quem é a conta.

O que uma agência de Google Ads faz na sua conta

Uma gestão de Google Ads não é “montar a campanha e esperar”. É uma rotina. Na minha operação, ela segue esta ordem:

  1. Termos de pesquisa. Toda semana a gente abre o relatório de termos que realmente ativaram os anúncios. O que não tem a ver com o negócio vira palavra negativa. É o ajuste que mais corta desperdício.
  2. Anúncios. Título e descrição precisam repetir a intenção de quem pesquisou. Se a pessoa buscou “software de gestão para clínica” e o anúncio fala de “soluções inovadoras”, a taxa de cliques cai.
  3. Página de destino. O melhor anúncio perde dinheiro se a página não responde ao que ele prometeu. Reviso mensagem, formulário e velocidade junto com a campanha.
  4. Lances. Defino a estratégia (clique manual, maximizar conversões, CPA ou ROAS desejado) conforme o volume de conversões que a conta já tem. Explico abaixo os mínimos.
  5. Orçamento por campanha. Mover verba da campanha que gasta e não converte para a que converte é decisão semanal, não trimestral.
  6. Relatório. Eu leio os números e explico a decisão que tomei. O relatório mensal responde a três perguntas: quanto custou cada oportunidade, quais delas viraram venda e o que muda no mês seguinte.

Cada ajuste é registrado. Na minha experiência, mudar tudo ao mesmo tempo atrapalha o aprendizado da campanha, e você perde a capacidade de saber o que funcionou.

Qual campanha do Google resolve o seu objetivo

Na minha operação, cada tipo de campanha responde a uma situação diferente. Escolher errado queima verba mesmo com a conta bem configurada. Meu critério de decisão:

Seu objetivoCampanha que costumo usarO que precisa estar pronto
Atrair clientes que já procuram o que você vendeBusca (Rede de Pesquisa)Rastreamento de conversão e página de destino alinhada
Vender mais em e-commerce com catálogoShopping e Performance MaxFeed de produtos no Merchant Center e conversão com valor
Ficar mais conhecidoYouTube e Demand GenVídeos e imagens, público definido e meta de alcance
Recuperar quem visitou e não comprouRemarketingLista de visitantes e volume mínimo de tráfego

Busca: a demanda que já existe

A campanha de Busca aparece quando alguém digita o que você vende. É a minha primeira escolha para um negócio B2B que precisa de leads para o comercial, porque a pessoa já está procurando. O trabalho está em escolher bem as palavras-chave, separar os termos por intenção (comprar, comparar, aprender) e barrar quem só quer curiosidade.

Em Shopping, o anúncio mostra foto, preço e nome do produto, montado a partir do feed que você envia ao Merchant Center. Na Performance Max, eu parto do mesmo feed e acompanho para onde o Google está levando a verba, porque a campanha roda em vários canais ao mesmo tempo. Para um e-commerce, é a combinação mais comum. Dois cuidados que tomo: reviso a qualidade do feed (título, preço, estoque) antes de ligar, e acompanho o que a campanha faz com buscas pelo nome da sua marca, para não pagar por cliente que já chegaria sozinho.

Cada formato tem sua própria gestão em profundidade. Aqui você vê só o critério de escolha.

YouTube e Demand Gen: descoberta e vídeo

Quando o objetivo é ficar mais conhecido, a meta é alcance e visualização, não venda imediata. Vídeo no YouTube e campanhas de Demand Gen mostram a sua marca para quem ainda não pesquisou por ela. Funcionam bem para uma marca que precisa ser reconhecida antes de a busca existir. Combino com remarketing para repetir a mensagem a quem já viu.

Remarketing: recuperar quem visitou

Quem visitou o site e saiu ainda é o público mais barato de reconquistar. Crio listas por comportamento (viu o produto, abriu o formulário e não enviou, abandonou o carrinho) e mostro uma mensagem diferente para cada uma. Precisa de tráfego mínimo no site para formar a lista.

Se você está em dúvida entre Google e Instagram, veja o comparativo Google Ads ou Meta Ads.

O que precisa estar pronto antes de ligar a campanha

Esse é o trabalho que o cliente não vê, e o que mais separa uma conta que aprende de uma conta que gasta. Antes de ligar:

  • Rastreamento de conversão. Configuro o GA4 e o Google Tag Manager para medir o que importa: formulário enviado, clique no WhatsApp, ligação, compra. Se você fecha venda por telefone ou no comercial, importo essa venda de volta como conversão offline, para o Google aprender com quem comprou e não só com quem clicou.
  • Definição de lead qualificado. Combino com você o que é um lead bom. Sem isso, a campanha otimiza para volume de formulário, não para oportunidade de venda.
  • Merchant Center, se houver catálogo. Eu só ligo Shopping ou Performance Max com o feed aprovado e sem erros.
  • Página de destino. Uma página por oferta, com a promessa do anúncio na primeira dobra e um caminho único de contato.

O rastreamento define qual estratégia de lance eu posso usar. Segundo a Central de Ajuda do Google Ads:

  • Para usar ROAS desejado em campanhas de Pesquisa e Shopping, o Google exige pelo menos 15 conversões nos últimos 30 dias.
  • Para avaliar o CPA desejado, o Google recomenda medir os últimos 30 dias, com pelo menos 30 conversões.
  • Para maximizar conversões, é preciso ter o rastreamento de conversões configurado.

Na prática: se a sua conta tem poucas conversões, o primeiro trabalho não é “otimizar por retorno”, é medir. Também por isso eu não julgo uma estratégia de lances enquanto ela está no status “Aprendizado”, que o Google exibe quando a estratégia é nova ou quando uma configuração muda. O Google não fixa um número de dias para esse período: ele depende do volume de conversões, do tempo do seu ciclo de conversão (do clique até a venda) e da estratégia de lances.

Como o leilão do Google decide quem aparece (e por que gastar mais nem sempre ajuda)

Cada pesquisa gera um leilão. Na minha operação, subir o lance sozinho raramente resolve: quando o anúncio e a página respondem melhor à busca, uma conta com lance menor costuma aparecer acima de um concorrente que paga mais.

O que eu ajusto em cada parte:

  • Lance. Quanto você aceita pagar por clique. Defino de acordo com o valor de uma conversão, não por intuição.
  • Anúncio. Alinho o texto à intenção da busca. É onde a taxa de cliques sobe.
  • Página de destino. Mensagem coerente com o anúncio, carregamento rápido, formulário curto. É onde o visitante decide ficar.
  • Extensões do anúncio. Na minha experiência, links extras, ligação, local e outros complementos ocupam mais espaço e costumam melhorar a taxa de cliques.

Dentro da conta existe uma nota de qualidade por palavra-chave. Eu a uso como diagnóstico do anúncio e da página, não como meta nem resultado. O que mede se a conta vai bem é o custo por oportunidade e por venda.

De quem é a conta de Google Ads

Essa é a pergunta que eu faria antes de assinar com qualquer agência. Segundo a Central de Ajuda do Google Ads, quando a agência cria uma nova conta pela conta de administrador (MCC) dela, ela se torna automaticamente a proprietária. Se você vincular uma conta que já existe, ela mantém os seus dados e você pode remover o acesso.

Por isso o procedimento correto é o inverso:

  1. Crie a conta do Google Ads com o e-mail da sua empresa.
  2. A agência envia um convite de vínculo da conta de administrador dela.
  3. Você aceita o convite.
  4. Mantenha pelo menos um usuário administrador seu na conta. É esse acesso que permite desvincular a agência sem depender dela.

É assim que eu trabalho: a conta e o pixel ficam sempre no nome da sua empresa, e você tem acesso total o tempo todo. Se uma agência pedir para criar a conta por você, pergunte quem será o proprietário. Para mais critérios na hora de decidir, veja como escolher uma agência de tráfego pago.

Peça para ver quem é o proprietário da conta, como a conversão é medida e quem acompanha o seu projeto.

Quanto custa e em quanto tempo aparece resultado

Os planos começam em R$ 2.000 por mês, em um pacote que inclui a mídia e a gestão da conta. O investimento em mídia é o que faz o anúncio aparecer no Google, e a gestão é o trabalho da minha equipe para aplicá-lo bem. O tamanho do investimento depende da meta. Em campanhas de divulgação, esse investimento faz a marca aparecer para 30 a 50 mil pessoas todos os meses, no Instagram Ads ou no Google. O alcance exato muda com o público e o objetivo. O orçamento do seu caso sai na conversa de diagnóstico. Para entender o que faz o preço variar, veja quanto custa tráfego pago.

Sobre prazo, eu separo o que aparece cedo do que leva mais tempo:

  • Nos primeiros dias: você já vê quantas pessoas chegam à página, de onde vêm, quanto custa cada visita e quantas saem sem agir. Em campanhas de divulgação isso é imediato.
  • Resultado de venda: depende da meta. Começar a ter um novo canal de geração de oportunidades é um objetivo. Multiplicar o faturamento é outro, muito mais exigente.

Antes do contrato, eu alinho com você uma previsão do que é realista para o seu caso, e só fecho com quem está de acordo com essa expectativa. Não existe garantia de venda; existe método, medição e um acompanhamento em que eu explico cada decisão.

Quem atende a sua conta

Quem decide a estratégia, lê o relatório e responde por ela sou eu. O responsável é o mesmo do início ao fim do contrato, sem troca de analista no meio do caminho. Atendo poucos clientes por vez, o que me deixa tempo para olhar a conta de perto.

A execução tem uma estrutura completa: head de performance para a operação das campanhas, designer e videomaker para os criativos, coordenação de SEO para a parte de busca orgânica. Você não precisa gerenciar nenhum deles. Para o modelo completo, veja a página de agência de tráfego pago.

Para quem a gestão de Google Ads faz sentido (e para quem não faz)

Faz sentido para empresas que já vendem, têm orçamento para anúncios e querem mais cliente novo com previsibilidade: e-commerce, startup, SaaS, B2B, indústria, educação, varejo e serviço B2C prestado por empresa. É preciso também que existam pessoas procurando o que você vende no Google.

Não é para:

  • profissional autônomo ou liberal;
  • quem está começando do zero, sem produto validado e sem verba;
  • quem procura o menor preço.

E há casos em que Google Ads não é a resposta: quando ninguém busca o seu produto (o mercado é novo e a demanda precisa ser criada); quando o ticket é baixo demais para o custo por clique do seu setor; e quando o site não converte. Neste último caso, comprar mais tráfego só aumenta o prejuízo. Se for o seu caso, eu digo isso no diagnóstico.

Resultados de clientes

Estes são resultados de clientes que atendi, com o tráfego pago como parte da estratégia, junto com CRM, processo comercial, site, conteúdo e oferta:

  • Taqe: +600% de receita em 6 anos.
  • Vitao: −59% de custo de aquisição.
  • Vendizap: +162% de leads qualificados.
  • Live University: 66% mais oportunidades de venda, com trabalho do lead ao CRM.

No total são 15 anos de mercado, mais de 100 empresas atendidas e mais de R$ 10 milhões gerados em receita digital.

Agência tradicional ou agência boutique com o dono à frente?

Agência tradicionalBoutique, direto comigo
Quem atende vocêAtendimento ou analista júniorEu, o dono da agência
Quem decideQuem apresenta a reunião nem sempre decideQuem está na conversa é quem decide
Equipe de execuçãoCompletaCompleta: head de performance, designer, videomaker e SEO
Carteira de clientesDezenas de contas por atendimentoPoucos clientes por vez, com atenção que não cabe em carteira grande
ContinuidadeTroca de responsável no meio do contratoO mesmo responsável do início ao fim

Como funciona

  1. DiagnósticoEu analiso a sua conta, o seu funil e os números atuais antes de propor qualquer coisa.
  2. PlanoPrioridades claras, metas e o que será medido, num documento que você entende.
  3. Execução e relatórioMeu time completo executa e produz, e você acompanha os números direto comigo.

Veja também a página completa de tráfego pago.

Perguntas frequentes

Você é uma agência?

Tenho a estrutura completa de uma agência: head de performance, designer, videomaker, coordenação de SEO. A diferença é que você não fala com um atendimento: quem atende e responde pelo seu projeto sou eu, o dono. O contrato é pela Vince Marketing.

Quanto custa uma agência de Google Ads?

Os planos começam em R$ 2.000 por mês, em um pacote que inclui a mídia e a gestão da conta. O investimento em mídia é o que faz o anúncio aparecer, e o tamanho dele depende da meta. Em campanhas de divulgação, esse investimento faz a marca aparecer para 30 a 50 mil pessoas todos os meses, no Instagram Ads ou no Google; o alcance exato muda com o público e o objetivo. O valor do seu caso sai na conversa de diagnóstico, depois que eu olho a conta e a meta.

A conta de Google Ads fica no meu nome?

Sim. A conta e o pixel ficam sempre no nome da sua empresa, e você tem acesso total o tempo todo. Você cria a conta com o e-mail da empresa e aceita o convite de vínculo; eu entro como parceiro, nunca como dono. Mantenha sempre um administrador seu na conta.

Em quanto tempo vejo resultado e existe garantia?

Os primeiros sinais aparecem nos primeiros dias: quantas pessoas chegam à página, de onde vêm, quanto custa cada visita e quantas saem sem agir. Resultado de venda depende da meta, e eu alinho uma previsão realista do seu caso antes do contrato. Não prometo venda: na minha experiência, a estratégia de lances leva alguns ciclos de conversão para se ajustar, e esse tempo depende do volume de conversões e do seu ciclo de venda.

Qual a diferença entre contratar uma agência e deixar o Google fazer (campanha automática ou gestor interno)?

Na minha experiência, o automático do Google otimiza para o que está sendo medido. Se o rastreamento conta qualquer clique no botão como conversão, ele busca mais disso, e a verba escoa para termos que não vendem. A agência mede a conversão certa, controla os termos e decide a estrutura. Manter interno faz sentido quando você tem alguém dedicado, com tempo e experiência na plataforma. Se não tem, o custo escondido é a conta rodando sem dono.

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