Sou o Marcelo Marcondes, CEO e fundador da Vince Marketing. Se você procura gestão de YouTube Ads, quem atende e responde pelo seu projeto sou eu, com o time completo atrás: performance, criação, vídeo e SEO como funções da estrutura. Não existe atendimento júnior entre nós.
Nesta página explico o que entra na gestão, como escolho o objetivo do vídeo, como a mensuração funciona e em que situações o YouTube não é o canal certo agora.
Gestão de YouTube Ads com atendimento direto do dono
Gestão de YouTube Ads é operar campanhas de vídeo ligadas a um objetivo de negócio, acompanhar o que acontece depois da visualização e ajustar com critério. Subir um vídeo e esperar visualizações não é gestão.
Na prática, você tem:
- conversa direta comigo, sem intermediário;
- a estrutura completa de uma agência em execução: planejamento de mídia, criação do vídeo e das peças de apoio, mensuração;
- conta de anúncios e pixel no nome da sua empresa, com acesso total para você.
Quer avaliar se faz sentido no seu caso? Peça uma conversa de diagnóstico: falo direto com você, sem vendedor, em até 1 dia útil, sem custo e sem compromisso.
Para quem é (e para quem não é)
O perfil que atendo melhor é o da empresa que já vende, investe em mídia com verba própria e quer ampliar a entrada de clientes novos com previsibilidade. Isso cobre e-commerce, startup, SaaS, B2B, indústria, educação, varejo e serviços B2C prestados por empresas.
Não é o melhor caminho para:
- profissionais autônomos ou liberais;
- quem está começando do zero, sem oferta validada nem verba;
- quem decide pelo menor preço.
Um teste rápido: consegue dizer em uma frase o que vende, para quem e que resultado espera em cliente novo? Se não, o vídeo só vai ampliar a confusão. Isso se resolve antes da mídia.
O que eu gerencio em uma conta de YouTube Ads
A operação roda dentro do Google Ads, na mesma conta usada para os demais anúncios do Google. Dentro dela, cuido de:
- Formatos: in-stream (exibido antes ou durante outros vídeos), Shorts (vídeo vertical curto) e formatos de descoberta (exibidos onde a pessoa busca ou navega por vídeos). A escolha parte do objetivo.
- Públicos: quem deve ver o vídeo, por interesse, intenção de compra e listas suas, como visitantes do site.
- Lances e orçamento: como a verba se distribui entre campanhas. Prefiro poucas campanhas bem alimentadas a muitas pequenas.
- Exclusões de posicionamento: a lista de canais e vídeos em que o anúncio não deve aparecer. Reviso onde o anúncio rodou e bloqueio o que não combina com a marca ou só traz visualização sem interesse.
- Remarketing com quem assistiu: quem viu o vídeo recebe uma segunda mensagem, diferente da enviada a quem nunca ouviu falar de você.
Para a estrutura de Pesquisa e Shopping, veja a página de agência de Google ads. Aqui o foco é vídeo.
Qual objetivo o vídeo precisa cumprir: conhecer, atrair ou vender
Antes de produzir ou publicar, fecho o objetivo. Ele decide formato, público e forma de medir.
| Objetivo | O que o trabalho envolve | Exemplo |
|---|---|---|
| Ficar mais conhecido | Alcance, visualização de vídeo, engajamento, tráfego para o perfil e remarketing para repetir a mensagem | Uma marca que precisava ficar mais conhecida |
| Atrair clientes | Leads qualificados entregues ao time comercial | Um negócio B2B que precisava de leads para o comercial |
| Vender mais | Campanhas de venda direta, com foco em e-commerce | Um e-commerce |
| Ponta a ponta | Do lead ao processo no CRM | Live University |
Um erro frequente é pedir venda com um vídeo pensado para apresentar a marca. A campanha é cobrada por compra, não entrega, e alguém conclui que YouTube não funciona. O problema era o descasamento entre vídeo e meta.
Para quem vende online, a página de tráfego pago para e-commerce trata de feed e catálogo.
O vídeo é metade do resultado: criativo, gancho e teste
No YouTube ninguém digitou o que quer: você pede atenção. Por isso o vídeo pesa tanto, e é aí que videomaker e designer na estrutura fazem diferença. Você não coordena ninguém: passa o briefing para mim e eu respondo pelo resultado.
Meu roteiro de criativo:
- Primeiros segundos. Em boa parte dos formatos o espectador pode pular. Abro com o problema ou a promessa, não com logotipo e apresentação institucional.
- Oferta clara. O vídeo diz o que é vendido, para quem e qual o próximo passo. Sem isso, a visualização vira número sem uso.
- Uma chamada para ação. Formulário, WhatsApp ou página da oferta. Duas chamadas competem entre si.
- Variações testadas. Altero uma coisa por vez (gancho, oferta ou fechamento), para saber o que gerou a diferença.
- Troca no cansaço. Quando um vídeo perde força, entra outro do mesmo ângulo, em vez de mais verba no antigo.
Um exemplo hipotético, para uma consultoria fictícia de contabilidade: um vídeo abre com a multa que a empresa evitaria, outro mostra o painel de resultados já organizado, e um terceiro explica como é a primeira reunião. Cada um responde a uma dúvida diferente do comprador.
Como é a rotina de gestão, do diagnóstico ao relatório
A sequência que adoto, e que você pode exigir de qualquer gestor:
- Diagnóstico. Analiso oferta, página de destino, histórico de anúncios (se houver) e meta. Digo o que faria e o que não vale fazer agora.
- Estrutura da conta. Defino quantas campanhas a verba sustenta e o que cada uma deve cumprir.
- Mensuração. Antes de investir, confiro conversões e eventos: o que conta como resultado (lead qualificado, pedido, reunião) e se o pixel e o Google Ads registram isso corretamente. Sem essa base, a campanha otimiza para a visualização mais fácil.
- Otimização. Ajusto públicos, lances, exclusões e criativos conforme os números.
- Revisão e relatório. Você recebe a leitura dos dados com a explicação de cada decisão: custo por visita ou oportunidade, o que mudou e o que muda no ciclo seguinte.
Como separar visualização de interesse real. Visualização mostra que alguém assistiu, não que quer comprar. Por isso olho o que vem depois: visitas à página, tempo no site, cadastros e quem assistiu e voltou. Antes de culpar o vídeo, confira três pontos: a conversão está medida? A página de destino carrega rápido e cumpre a promessa do vídeo? O comercial responde o lead a tempo?
A conta e o pixel ficam no nome da sua empresa, com acesso total para você, e o responsável é o mesmo do início ao fim do contrato.
Quanto custa e o que esperar nos primeiros dias
Os planos começam em R$ 2.000 por mês, em um pacote que inclui mídia e gestão. O investimento em mídia é o que faz o anúncio aparecer, e o tamanho dele depende da sua meta. Em campanhas de divulgação, esse investimento faz a marca aparecer para 30 a 50 mil pessoas todos os meses, no Instagram Ads ou no Google; o alcance exato muda com o público e o objetivo. O orçamento do seu caso sai na conversa de diagnóstico. Para entender o que move o preço, veja quanto custa tráfego pago.
O que aparece cedo. Já nos primeiros dias dá para ver quantas pessoas chegam à página, de onde vêm, quanto custa cada visita e quantas saem sem agir. Em campanhas de divulgação, isso é imediato.
O que depende da meta. Resultado de venda varia com o objetivo: abrir um novo canal de oportunidades é uma meta; multiplicar o faturamento é outra, bem mais exigente. Antes do contrato, apresento uma previsão do que é realista para o seu caso e só sigo com quem concorda com ela. Não há garantia de venda; há método, medição e acompanhamento com explicação de cada decisão.
Resultados de clientes, com o tráfego pago como parte da estratégia
Resultados de clientes que atendi. Em todos, o tráfego pago fez parte da estratégia, ao lado de CRM, processo comercial, site, conteúdo e oferta:
- Taqe: +600% de receita em 6 anos.
- Vitao: −59% de custo de aquisição.
- Vendizap: +162% de leads qualificados.
- Live University: 66% mais oportunidades de venda.
São 15 anos de mercado e R$ 10M+ gerados em receita digital. Em um dos casos que acompanhei, Google Ads e Meta combinados fizeram diferença. Para a visão completa da estratégia, veja a página de tráfego pago.
Quando YouTube Ads não é a resposta
Eu digo isso no diagnóstico, e vale perguntar a qualquer gestor. Outro canal deve vir antes quando:
- a oferta não está clara: vídeo bom sobre oferta confusa só leva mais gente à confusão;
- a página de destino não converte: mais visitas ampliam o desperdício;
- a verba não sustenta volume, nem um teste com começo, meio e fim;
- ninguém atende a demanda a tempo: o contato esfria;
- a demanda já está na busca: quem já procura o que você vende costuma ser mais bem atendido pela Pesquisa do Google, e então começamos por lá.
Se o que você quer é só direção estratégica, sem operação, a consultoria de tráfego pago é outro formato de conversa.
Se quiser saber o que eu faria na sua conta, peça uma conversa de diagnóstico, sem custo e sem compromisso. Eu olho a oferta, a meta e a verba, e digo com honestidade se YouTube Ads é o caminho agora.




