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Quanto custa anunciar no LinkedIn? A conta pelo ticket e pelo ciclo de venda

Sou o Marcelo, fundador da Vince Marketing: como o LinkedIn Ads cobra e como calcular a verba pelo ticket do seu B2B. Meus planos começam em R$ 2.000 por mês.

Falo direto com você, sem vendedor, em até 1 dia útil, sem custo e sem compromisso.

Marcelo Marcondes, especialista em marketing de performance, com 17 certificações de Meta, Google Ads, HubSpot e Google Analytics
Marcelo MarcondesCEO e fundador da Vince Marketing
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Quanto custa anunciar no LinkedIn? O LinkedIn não divulga preço médio de clique nem de lead; o que decide a conta é o ticket do que você vende e o tempo até fechar. O piso oficial, segundo a LinkedIn Marketing Solutions, é de US$ 10 por dia, em qualquer formato. O pagamento muda conforme o formato: por impressão, por clique ou por envio.

Para contratar, os meus planos começam em R$ 2.000 por mês, com mídia e gestão num pacote só. O preço do tráfego pago em geral, com o que uma gestão entrega, está em quanto custa tráfego pago. Aqui está a parte própria do LinkedIn: como ele cobra, o que pesa no custo, a conta pelo ticket e quando não anunciar.

Anúncio de empresa, vaga ou Premium?

A busca mistura três coisas. Esta página trata só da primeira.

  • Anúncio de empresa (LinkedIn Ads): você paga para mostrar um anúncio a um público escolhido, para gerar contatos, visitas ao site ou conhecimento de marca. É o assunto daqui.
  • Anúncio de vaga: é produto de recrutamento, fora do escopo desta página.
  • Premium: é assinatura de pessoa, não anúncio.

Quanto custa anunciar no LinkedIn: como a plataforma cobra

O LinkedIn vende espaço em leilão. Segundo a LinkedIn Marketing Solutions, o anunciante escolhe entre três tipos de lance: entrega máxima (o sistema dá o lance sozinho), teto de custo (você define o custo máximo por resultado e o sistema mantém a média abaixo) e lance manual (você define o máximo, e o lance não passa dele). E paga o mínimo necessário para vencer o leilão, não o valor máximo.

O que é cobrado muda conforme o formato, a meta e o lance. Pela Central de Ajuda do LinkedIn, em campanhas de visitas ao site:

Formato e configuraçãoO que gera cobrança
Conteúdo patrocinado, dinâmico ou de texto, com entrega máxima ou teto de custoImpressão
Os mesmos formatos, com lance manual e meta de cliquesClique
Mensagem patrocinada (Message e Conversation Ads)Envio, sem cliques cobráveis
Formulário nativo (lead gen form)Nada além do próprio anúncio

Dois cuidados de leitura. Primeiro, “LinkedIn cobra por clique” não é regra única: com entrega máxima você paga por impressão e avalia por custo por resultado. Segundo, o clique cobrável inclui mais do que o clique na página de destino: a Central lista também perfil ou logotipo da empresa, “ver mais” e ações sociais como curtir e comentar. Se a conta cobra por clique, olhe quais cliques estão sendo pagos.

Sobre verba mínima, a Central traz o piso técnico: segundo a LinkedIn Marketing Solutions, US$ 10 por dia em qualquer formato, e US$ 100 de orçamento vitalício para campanha nova. A página em português recomenda um teste de pelo menos R$ 50 por dia. O piso deixa a campanha rodar; a recomendação é o que dá volume para você tirar conclusão.

O que pesa no custo: a segmentação por cargo e empresa

O LinkedIn deixa segmentar por cargo, função, senioridade, setor, nome e porte da empresa, segundo a Central de Ajuda. É isso que o torna útil para B2B. Na minha experiência, empilhar camadas (diretor, de empresas médias, num setor) tende a estreitar o público e a deixar a entrega mais cara.

Como checar antes de gastar:

  1. Olhe o público estimado ao montar a campanha. Público pequeno demais tende a limitar a entrega e a repetir o anúncio para as mesmas pessoas.
  2. Abra uma camada por vez. Comece por função e porte da empresa; só então acrescente cargo ou setor. Veja o que cada filtro faz com o tamanho do público.
  3. Separe públicos em campanhas diferentes. Assim você compara o custo por contato qualificado de cada recorte, em vez de uma média que esconde o que funciona.
  4. Considere uma lista de contas. Se você sabe quais empresas quer atingir, o LinkedIn aceita públicos próprios (Matched Audiences). Aqui o público já é seu, e o desafio é o criativo.

Não existe preço médio oficial de clique ou de lead no LinkedIn, e eu não repito faixas de blog. O número que importa é o da sua conta.

A conta pelo ticket e pelo ciclo de venda

No B2B, comece pelo fim. Esta é a ordem que eu uso:

  1. Ticket (T): quanto uma venda deixa de receita, ou de margem se você controla.
  2. Taxa de fechamento: de cada Y contatos qualificados, quantos viram cliente (1 em Y).
  3. Custo máximo por contato qualificado: T ÷ Y é o valor que um contato rende. Seu custo por contato qualificado (X) precisa ficar bem abaixo disso, ou sobra pouco para a operação, o criativo e o comercial.
  4. Verba: contatos qualificados que você quer por mês × X.

Exemplo hipotético, não é referência de mercado nem o preço do plano: com T = R$ 30.000 e fechamento de 1 em Y = 10 qualificados, cada contato rende R$ 3.000 em receita. Se o X da sua conta ficasse em R$ 600, a campanha ainda teria folga para o resto; se ficasse em R$ 3.000, a conta fecharia no zero antes de descontar custos. Os números são só para mostrar a lógica.

O ciclo de venda entra de duas formas. Primeiro, o caixa: se a venda demora meses, o dinheiro entra bem depois da mídia. Segundo, a medição: ao avaliar a campanha, não olhe só o contato do mês; acompanhe os contatos de cada período até o fechamento. Para isso, o lead precisa chegar ao CRM com a origem registrada (mais na seção sobre o que fica fora da conta).

Uma pergunta antes de lançar: quem do comercial liga, e em quanto tempo? Contato B2B esfria rápido. Se ninguém responde no mesmo dia, o custo por contato qualificado sobe sem que o anúncio tenha mudado.

Lead gen forms ou site

O lead gen form é o formulário nativo do LinkedIn. Segundo a Central de Ajuda, ele preenche sozinho dados de contato e de perfil quando a pessoa clica no botão, pode ser ligado a vários formatos de anúncio e não tem custo adicional além do anúncio.

Cada um tem um papel:

  • Lead gen form: o formulário nativo reduz o esforço de quem preenche; teste se isso vira contato aceito pelo comercial. Serve para oferta leve, como material ou lista de espera. O risco é contato preenchido sem interesse real.
  • Página do site: pede mais esforço da pessoa, o que pode filtrar quem chega. Serve para oferta que pede contexto, como diagnóstico ou demonstração.

O critério é o mesmo nos dois: custo por contato qualificado, não por formulário preenchido. Peça ao comercial que marque cada lead como aceito ou descartado e compare as duas origens depois de algumas semanas. Se o formulário nativo gera o triplo de envios e quase nenhum é aceito, o custo por formulário engana.

Quando o LinkedIn não é a melhor aposta

Vale pensar duas vezes em quatro casos:

  • Ticket baixo. Se uma venda deixa pouca margem, o custo por contato do LinkedIn tende a não fechar a conta. Faça o exemplo acima com os seus números antes de gastar.
  • Venda para consumidor final (B2C). O recorte por cargo e empresa é o ponto forte da plataforma; sem ele, você paga por uma segmentação que não usa. Veja Google Ads ou Meta Ads.
  • Público de cargo raro. Se são poucas dezenas de decisores, o público estimado não sustenta uma campanha. Lista de contas e abordagem direta funcionam melhor.
  • Comercial que não atende rápido, ou sem como medir o fechamento. Sem isso, você paga o contato e não descobre o que virou venda.

Nesses casos, a busca é uma alternativa a considerar, porque quem pesquisa o seu serviço já tem a necessidade. O custo está em quanto custa anunciar no Google.

O que costuma ficar fora da conta

  • Criativo. B2B pede peça que explique a oferta para um cargo específico. Isso exige tempo de design e de texto, e a mídia não paga.
  • Página de destino. Critério para B2B: a primeira tela repete a promessa do anúncio para o mesmo cargo e pede um único passo, como o diagnóstico ou a demonstração.
  • Campos do formulário nativo no CRM. Faça um envio de teste com o seu próprio perfil e confira o que chegou: nome, e-mail, cargo, empresa. Defina quem confere a origem do lead toda semana e peça relatório por campanha de contatos aceitos, não só de enviados.
  • Fatura e tributos. Confirme com o seu contador, antes de fechar o orçamento do ano.

Quanto custa trabalhar comigo

Os meus planos começam em R$ 2.000 por mês e reúnem mídia e gestão num pacote só. Se a venda do seu negócio não sustenta essa conta, eu digo antes de você contratar. O escopo do seu caso sai no diagnóstico: peça pela página e eu falo direto com você, em até 1 dia útil, sem custo e sem compromisso. A descrição do serviço está em agência de LinkedIn Ads.

Para B2B, o que mais importa na contratação é isto: a conta de anúncios e o pixel (no LinkedIn, a tag de rastreamento) ficam no nome da sua empresa, e você tem acesso total à conta o tempo todo. Quem atende e responde pelo projeto sou eu, o dono, do início ao fim, com a estrutura completa de uma agência por trás. O contrato é emitido pela Vince Marketing.

Trabalho com empresas que já vendem e podem investir em anúncios. Não prometo venda; combino uma expectativa realista antes de começar.

Agência tradicional ou agência boutique com o dono à frente?

Agência tradicionalBoutique, direto comigo
Quem atende vocêAtendimento ou analista júniorEu, o dono da agência
Quem decideQuem apresenta a reunião nem sempre decideQuem está na conversa é quem decide
Equipe de execuçãoCompletaCompleta: head de performance, designer, videomaker e SEO
Carteira de clientesDezenas de contas por atendimentoPoucos clientes por vez, com atenção que não cabe em carteira grande
ContinuidadeTroca de responsável no meio do contratoO mesmo responsável do início ao fim

Como funciona

  1. DiagnósticoEu analiso a sua conta, o seu funil e os números atuais antes de propor qualquer coisa.
  2. PlanoPrioridades claras, metas e o que será medido, num documento que você entende.
  3. Execução e relatórioMeu time completo executa e produz, e você acompanha os números direto comigo.

Veja também a página completa de tráfego pago.

Perguntas frequentes

Qual o valor mínimo para anunciar no LinkedIn?

Segundo a LinkedIn Marketing Solutions, o orçamento diário mínimo para começar é de US$ 10, em qualquer formato, e o vitalício mínimo de uma campanha nova é de US$ 100. Para teste, a página em português recomenda pelo menos R$ 50 por dia. Uma coisa é o piso técnico, outra é a verba que dá dados suficientes para decidir.

Quanto custa cada clique ou cada lead no LinkedIn Ads?

Não publico uma média, porque o LinkedIn não divulga uma e o valor muda com cargo, setor, tamanho de empresa e formato. O que vale é o custo por lead qualificado da sua conta: verba gasta dividida por contatos que o comercial aceitou atender. Ele só aparece depois de a campanha rodar.

LinkedIn Ads vale a pena para B2B?

Vale quando o ticket e a margem aguentam o custo por contato que a sua conta mostrar e você tem comercial para atender rápido. Faça a conta de trás para frente: se o custo para fechar um cliente passa do lucro que ele deixa, não compensa. Não prometo resultado; a conta do exemplo na página mostra como decidir.

Lead gen form ou página do site: qual traz lead melhor?

Depende de quem atende. O formulário nativo vem com dados do perfil preenchidos e reduz o esforço de quem envia; teste se isso vira contato aceito. A página do site pede mais esforço e pode filtrar mais. Compare o custo por contato qualificado nos dois, não o custo por formulário.

Você é uma agência?

Tenho a estrutura completa de uma agência: head de performance, designer, videomaker, coordenação de SEO. A diferença é que você não fala com um atendimento: quem atende e responde pelo seu projeto sou eu, o dono. O contrato é pela Vince Marketing.

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